Linha Selecionada AmilS380 · S450 · S750Rio Grande do Sul

A base analisada para o Rio Grande do Sul reúne 41 registros hospitalares e 69 registros laboratoriais/diagnósticos publicáveis, distribuídos entre Porto Alegre, sua região metropolitana e cidades do interior do estado. A presença hospitalar por produto é 38 (S380) · 40 (S450) · 41 (S750); a presença laboratorial publicável é 66 (S380) · 69 (S450) · 69 (S750).

⚠️ Sobre esta rede: Informações organizadas a partir da base de rede disponibilizada para esta análise. Hospitais, laboratórios, produtos, unidades e modalidades podem sofrer alterações. Antes da contratação ou utilização, confirme a rede vigente.

Resumo quantitativo do estado

CategoriaRegistrosS380S450S750
Hospitalar41384041
Laboratorial/diagnóstico (publicável)69666969

Esses números representam a base de rede credenciada disponibilizada para esta análise, para os três produtos da Linha Selecionada Amil no Rio Grande do Sul.

Sobre o registro em quarentena editorial

A base laboratorial bruta do Rio Grande do Sul contém 70 registros, mas um deles — o Laboratório IPD, na cidade de Nepomuceno — apresenta uma inconsistência geográfica na planilha de origem: a linha está classificada numa região incompatível com o Rio Grande do Sul, e não há evidência suficiente na fonte para corrigir essa classificação com segurança. Diante disso, esse registro foi colocado em quarentena editorial: não entra na tabela pública de laboratórios do RS, não é contado entre os 69 registros publicáveis, e não recebe página própria. Ele poderá ser reincorporado no futuro, caso surja uma fonte adicional que confirme sua localização correta — mas não antes disso. Por isso, o número editorial principal da rede laboratorial do Rio Grande do Sul usado nesta série é sempre o conjunto publicável (69, com 66/69/69), nunca o bruto (70).

Três diferenças hospitalares que definem o comparativo entre produtos

A leitura correta da rede hospitalar do Rio Grande do Sul não é "S450 tem tudo do S380" ou "S750 tem tudo do S450" — é prestador por prestador. Três registros ilustram isso com precisão:

PrestadorCidadeS380S450S750
HNSOVacariaX (ausente)H · PS · PS OBST · PSIH · PS · PS OBST · PSI
Hospital Moinhos de VentoPorto AlegreX (ausente)H · H CARD · H ORT · HP · M · PS · PS CARD · PS OBST · PSI · PSOH · H CARD · H ORT · HP · M · PS · PS CARD · PS OBST · PSI · PSO
Hospital Giovanni BattistaPorto AlegreX (ausente)X (ausente)H

O HNSO (Vacaria) e o Hospital Moinhos de Vento (Porto Alegre) entram na base a partir do S450, com modalidades idênticas entre S450 e S750 — nenhum dos dois ganha modalidade adicional no S750. Já o Hospital Giovanni Battista (Porto Alegre) só aparece no S750, e apenas com a modalidade H (atendimento hospitalar geral) — nenhuma outra modalidade consta para ele em nenhum produto.

Três diferenças laboratoriais que definem o comparativo entre produtos

PrestadorCidadeS380S450S750
IN Imagem e NeurocirurgiaSão LeopoldoNãoSimSim
SER-VIDDAPorto AlegreNãoSimSim
Ideal ClínicasCanoasNãoSimSim

Esses três registros — IN Imagem e Neurocirurgia (São Leopoldo), SER-VIDDA (Porto Alegre) e Ideal Clínicas (Canoas) — seguem o mesmo padrão: ausentes no S380, presentes já no S450 e mantidos no S750. São os únicos três registros laboratoriais publicáveis do estado com essa diferença; os demais 66 aparecem igualmente nos três produtos.

Como interpretar as modalidades

Cada código de modalidade representa um tipo de atendimento distinto na base analisada, e a semelhança visual entre alguns pares não implica equivalência: M (maternidade) é diferente de PS OBST (pronto socorro obstétrico); HP (hospital pediátrico) é diferente de PSI (pronto socorro infantil); H CARD (hospital cardiológico) é diferente de PS CARD (pronto socorro cardiológico); H ORT (hospital ortopédico) é diferente de PSO (pronto socorro ortopédico); e PA (pronto atendimento) é diferente de PS (pronto socorro geral). Nenhuma modalidade deve ser inferida a partir do nome comercial de um prestador — apenas o que está explicitamente registrado na base é publicado nesta série.

Onde a rede está concentrada

Porto Alegre concentra a maior parte da base publicável do estado, com 12 registros hospitalares e 20 laboratoriais/diagnósticos — 32 registros no total, mais que qualquer outra cidade do Rio Grande do Sul nesta análise. Fora da capital, os maiores volumes aparecem em Caxias do Sul (4 hospitalares + 3 laboratoriais), Canoas (1 hospitalar + 6 laboratoriais) e nas demais cidades da região metropolitana — Novo Hamburgo, Gravataí e Cachoeirinha —, cada uma com um perfil próprio de presença que é detalhado nas páginas específicas de cada cidade.

O que a presença na base não garante

Estar presente na base de rede credenciada não é uma garantia de cobertura integral de qualquer procedimento, nem de carência já cumprida, nem de autorização automática. A rede credenciada pode mudar a qualquer momento — hospitais e laboratórios podem ser incluídos ou removidos independentemente do que está documentado nesta análise. Antes de contratar um plano ou utilizar um prestador específico, a rede vigente deve ser confirmada diretamente com o corretor ou nos canais oficiais da Amil.

Por que não escrever "S450 tem tudo do S380" ou "S750 tem tudo do S450"

É tentador resumir a diferença entre os três produtos como uma progressão simples — "cada produto superior soma tudo do inferior mais alguns extras". Os dados do Rio Grande do Sul mostram que essa simplificação é incorreta como regra geral: o Hospital Giovanni Battista, por exemplo, está ausente tanto no S380 quanto no S450, e aparece apenas no S750 — não é uma "soma" de nada que já existia no S450. Da mesma forma, o HNSO e o Hospital Moinhos de Vento entram no S450 com a mesma relação de modalidades que terão no S750, sem nenhum acréscimo entre esses dois produtos. A leitura correta é sempre prestador específico + produto específico + modalidade específica, nunca uma regra genérica de progressão.

Legenda das modalidades usadas nesta série

Ao longo das páginas do Rio Grande do Sul, os seguintes códigos podem aparecer: H (atendimento hospitalar geral), H CARD (hospitalar cardiológico), H ORT (hospitalar ortopédico), HP (hospital pediátrico), M (maternidade), PA (pronto atendimento), PS (pronto socorro geral), PS CARD (pronto socorro cardiológico), PS OBST (pronto socorro obstétrico), PSI (pronto socorro infantil) e PSO (pronto socorro ortopédico). Cada um representa um serviço distinto na base, e a presença de um não implica a presença de outro semelhante.

Perguntas que motivam esta consulta

Quem chega a esta página normalmente está avaliando se o Rio Grande do Sul tem rede suficiente para justificar a contratação, ou já mora no estado e quer confirmar se um hospital ou laboratório específico está coberto. Para a primeira pergunta, a resposta é: 41 registros hospitalares e 69 laboratoriais publicáveis, concentrados principalmente em Porto Alegre e sua região metropolitana, com presença relevante também em Caxias do Sul. Para a segunda, a resposta depende do prestador e da cidade — as páginas específicas de cada cidade desta série trazem o detalhamento nominal necessário.

Resumo rápido

Em síntese, para quem consulta esta página buscando uma resposta objetiva: o Rio Grande do Sul tem 41 registros hospitalares (38 no S380, 40 no S450, 41 no S750) e 69 registros laboratoriais/diagnósticos publicáveis (66 no S380, 69 no S450, 69 no S750) na base analisada, com um registro adicional — o Laboratório IPD de Nepomuceno — mantido fora dessa contagem por estar em quarentena editorial. Três hospitais e três laboratórios mudam de presença entre produtos; todos os demais aparecem igualmente nos três. Essa informação reflete o que está registrado na base analisada nesta data; a confirmação da rede vigente no momento da contratação continua sendo responsabilidade do corretor.

Rede de Porto Alegre

Para o detalhamento completo da capital gaúcha, incluindo os prestadores nominais e as três diferenças mencionadas acima, veja Rede Amil S380, S450 e S750 em Porto Alegre. As demais páginas do estado — comparativo S380/S450/S750, inventário hospitalar completo e inventário laboratorial completo — já estão disponíveis nesta série.

Para aprofundar, veja também Amil S380, S450 ou S750 no Rio Grande do Sul: o que muda na rede?, Hospitais da Amil Linha Selecionada no Rio Grande do Sul e Laboratórios e diagnóstico da Amil Linha Selecionada no Rio Grande do Sul.

Outras páginas relacionadas nesta série: Hospitais e prestadores de olhos na Amil Linha Selecionada no Rio Grande do Sul, Rede Amil S380, S450 e S750 em Pelotas, Rede Amil S380, S450 e S750 em Santa Maria e Rede Amil S380, S450 e S750 em São Leopoldo.

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Não integralmente. A base hospitalar tem 38/40/41 registros por produto e a laboratorial publicável tem 66/69/69 — três prestadores hospitalares e três laboratoriais mudam de presença entre os produtos, conforme detalhado nesta página.
É a decisão de não publicar esse registro como parte da rede do Rio Grande do Sul, porque a planilha de origem traz uma classificação geográfica incompatível com o estado, sem evidência suficiente para correção segura. Ele não entra nos 69 registros publicáveis nem em nenhuma tabela desta série.
No hospitalar: HNSO (Vacaria) e Hospital Moinhos de Vento (Porto Alegre) entram a partir do S450; Hospital Giovanni Battista (Porto Alegre) só aparece no S750. No laboratorial: IN Imagem e Neurocirurgia (São Leopoldo), SER-VIDDA (Porto Alegre) e Ideal Clínicas (Canoas) entram a partir do S450.
A rede credenciada pode mudar a qualquer momento. Antes de contratar ou utilizar, confirme a rede vigente diretamente com o corretor Henrique ou nos canais oficiais da Amil.
QB

Queiroz Benefícios — Corretor Habilitado Amil

Revisão técnica sobre planos de saúde e regras de contratação — corretor habilitado Amil (ANS nº 326305). Publicado em 2026-08-09. Última atualização em 2026-08-09.